"Não faz mal se nos atrapalhamos nas páginas já viradas, se nos faltou inspiração e criatividade em tantos parágrafos, se escrevemos tantas coisas que, relendo, agora, parecem não ter sentido. O bacana da vida é essa oportunidade preciosa, reinaugurada a cada instante, de recomeçar exatamente do lugar onde estamos.”
sábado, 25 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
A vida é bela!
Não discordo de nada disso, uma parte da minha vida é assim mesmo. Mas isso é ser de outro planeta? Muitas pessoas levam essa vida e é gostoso viver e contar as nossas histórias...
Não quero aceitar o fato de parecer viver em outro planeta. Sou terráquea da gema, trabalho e quero me divertir! Quero amar, brindar, sorrir, dançar, cortar a mão e não perceber a dor. Quero viver apenas!
Me deixou confusa a quantidade de informações que eu jogo para as pessoas na ingenuidade. Pensamentos, fotos, frases, textos, músicas... Sou um mix de informações flutuantes.
Imagina só eu tentando esconder quem sou? Impossível! Gosto de olhar e lembrar cada momento da minha amada vida. Acho lindo poder ser como é...
Mas aí tem o trabalho, tem os romances, tem a família. Todo mundo olhando sua vida passar e talvez pensando: "A vida dessa mulher é uma festa, não dá para acompanhar!" Na minha verdade tudo é relativo quando falamos sobre quem somos.
Eu nunca quis ser perfeita. Quero alguém que não se assuste quando eu encher meu peito de sentimentos. Alguém que diga que ama o meu jeito que não posso controlar...
Se eu sou assim "exposta" como um livro na livraria, alguém um dia vai comprá-lo, vai ler essa emocionante história e vai ficar feliz sabendo que ser "normal" não é para nós.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Amor pra valer!
Fui a um casamento que eu vi o amor nascer...
Acompanhei toda a história até ela resultar neste grande dia.
Foi um dia muito especial e eu não consigo parar de pensar, relembrar e curtir aquele momento sublime para eles e para todos os convidados.
Ainda consigo lembrar dos cheiros, dos sabores, consigo ouvir as gargalhadas dos amigos...
A sensação era de que estávamos casando junto com eles. Acho que isso se deve ao fato do amor deles ser contagiante, sólido, sincero e sobretudo honesto.
O bom é que esse casamento me devolveu a esperança de viver um amor simples, puro e verdadeiro...
Tenho visto por aí cada casal esquisito, desconectado, descuidado, sem brilho... Confesso que já estava quase desacreditada e pensando que daqui a pouco eu formaria com um qualquer um casal padrão desses e acabaria me casando por conveniência, por medo de ficar sozinha, por preguiça de amar ou por me cegar a ponto de achar que eu só posso ter um relacionamento limitado.... Nada disso!
Cheguei ao ponto de estabelecer prazos e metas para me permitir ser amada verdadeiramente. Quanta tolice! Pobres dos que se contentam com pouco... Quase me tornei assim.
Na verdade o amor não tem dia e nem hora pra chegar. Ele nasce e se potencializa nas coisas simples. Deixando o outro livre...permitindo que o outro seja! Respeitando, cuidando sendo leal e transparente...
O amor quando é real provoca encontros lindos e contagia todos que estão a sua volta.
Esse casal de amigos me fez perceber e sentir novamente esse tipo amor.
Fui altamente contagiada por eles! É isso que eu quero e mereço!
Mas do que isso: acho que todo mundo merece ter um amor assim! Felizes e abençoados os que o tem!
"Eu quero a sorte de um amor tranquilo
"Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida.
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva.
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida."
(Todo Amor que Houver Nessa Vida - Cazuza)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Ela é puro amor e pressão
É bem verdade que eu a-do-ro abrir meu coração nesse espacinho.
É tanto amor, tanta ternura, tanta indecisão e confusão...Ahhh! Eu gosto! Eu amo!
Apesar de todos os problemas que me cercam, estou numa fase boa comigo mesma. Entretanto me percebo inconstante e ansiosa. De repente estou me auto-sinalizando alguma coisa que ainda não percebi...strange...
Enfim, ando experimentando paixões instantâneas e corro risco de me intoxicar caso isso tudo azede. E aí me pergunto: vale apena continuar experimentando?
Valor...
Há formas de se valorizar.
A mais utilizada, sem dúvida
É aquela "da boca pra fora"!
Floreamos nossas virtudes
Dissimulamos nossas fraquezas
E estamos mais preocupados, mesmo
Pro que os outros pensam!
A menos utilizada, e a ideal:
É aquela que brota de dentro.
Um grito interno, solitário e convicto.
Que realmente somos capazes!
E quando esse chamamento
Realmente ecoa
Nada segura o bicho-homem!
Li isso no Blog "Observações Ligeiras" e agora estou matutando sobre ele...
Sei lá, de repente sou diferente demais mesmo. Tipo, não me preocupo tanto com o que os outros pensam. Faço pior que isso (risos): tento impor aos outros o que eu penso. Nem sei como sou uma pessoa querida e amada sendo autoritária-dramática assim. Aff! Só me tacando no mar!
Era só isso mesmo. Sem mais.
domingo, 2 de setembro de 2012
Setembro!
"...Sol de primaveraAbre as janelas do meu peitoA lição sabemos de corSó nos resta aprender..."
(Sol de Primavera - Beto Guedes e Flávio Venturini)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Tudo é possível...
O sentimento de amizade desperta sensações que facilmente são confundidas com o amor carnal. Até porque esses encontros são raros. Poucos tem a sorte de ter pessoas assim na vida.
A escritora carioca Ana Jácomo consegue explicar muito bem o que eu não consigo.
A escritora carioca Ana Jácomo consegue explicar muito bem o que eu não consigo.
Intimidade (Ana Jácomo)
Algumas
pessoas se destacam para nós. Não há argumento capaz de nos fazer entender
exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa
coreografia bela, e tantas vezes atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas
vezes tentamos explicar, em vão, a medida do nosso bem-querer. A doçura de que
é feito o olhar que lhes dirigimos. O sentimento que nos move para ajudá-las a
despertar um único sorriso.
Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão rico compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não sabíamos que existiam. É até possível que tenhamos sentido saudade mesmo antes de conhecê-las. O que sentimos vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.
Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, o aperto é nosso também. Com elas, o coração da gente descansa. Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos. O afeto flui com facilidade rara. Somos aceitos, amados, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. Com elas, experimentamos mais nitidamente a dádiva da troca nesse longo caminho de aprendizado do amor.
Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão rico compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não sabíamos que existiam. É até possível que tenhamos sentido saudade mesmo antes de conhecê-las. O que sentimos vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.
Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, o aperto é nosso também. Com elas, o coração da gente descansa. Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos. O afeto flui com facilidade rara. Somos aceitos, amados, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. Com elas, experimentamos mais nitidamente a dádiva da troca nesse longo caminho de aprendizado do amor.
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